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POR QUE O RH É O BRAÇO DIREITO NA ESCOLHA DO SEGURO EMPRESARIAL? A VISÃO 360º QUE PROTEGE PESSOAS, LIDERANÇAS E O NEGÓCIO

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O RH conhece as pessoas, a operação e os impactos de uma crise. Por isso, pode ajudar a transformar seguros isolados em uma estratégia integrada de proteção empresarial.

Imagine uma segunda-feira aparentemente normal.

Um diretor recebe uma notificação relacionada a uma decisão tomada durante sua gestão. Ao mesmo tempo, um equipamento essencial apresenta um problema e parte da operação precisa parar. No mesmo mês, um profissional importante recebe uma proposta da concorrência com um pacote de benefícios melhor.

São três problemas completamente diferentes.

Ou talvez não.

Todos revelam algo que muitas empresas ainda enxergam de maneira fragmentada: proteger uma organização significa cuidar simultaneamente de patrimônio, continuidade, liderança e pessoas.

Nesse cenário, o RH pode assumir um papel muito mais estratégico do que simplesmente administrar benefícios.

Por que o RH consegue enxergar riscos que outras áreas podem não perceber?

O financeiro conhece os números. A operação entende os processos. A diretoria define os rumos do negócio.

Já o RH está em uma posição especialmente interessante: ele acompanha as pessoas que fazem todas essas áreas funcionarem.

Consequentemente, consegue perceber questões como:

  • quais profissionais são essenciais para a continuidade do negócio;
  • quais benefícios realmente são valorizados;
  • onde existem dificuldades de retenção;
  • quais funções possuem maior responsabilidade;
  • como um afastamento pode afetar determinada área;
  • quais proteções podem fortalecer a proposta de valor ao colaborador.

Ainda assim, isso não significa que o RH deva escolher sozinho uma apólice.

Pelo contrário. A contratação mais consistente costuma surgir da combinação entre RH, financeiro, jurídico, operação, liderança e corretora especializada.

Essa é a verdadeira visão 360º.


1. PROTEGENDO QUEM TOMA AS DECISÕES: O QUE ACONTECE QUANDO UM DIRETOR É QUESTIONADO PESSOALMENTE?

Administrar uma empresa significa tomar decisões.

Contratações, investimentos, demissões, contratos, aquisições, políticas internas e inúmeras outras escolhas passam diariamente pelas mãos de administradores e executivos.

Contudo, determinadas alegações relacionadas a atos de gestão podem gerar custos de defesa e responsabilização pessoal.

É nesse contexto que aparece o seguro D&O — Directors and Officers Liability Insurance.

O que é seguro D&O?

De maneira simples, trata-se de uma modalidade de responsabilidade civil destinada à proteção de administradores e executivos diante de determinadas reclamações relacionadas a atos de gestão, conforme as condições da apólice.

Dependendo do contrato, podem existir coberturas relacionadas a despesas de defesa e outras consequências financeiras de reclamações cobertas.

Por outro lado, D&O não é salvo-conduto para qualquer conduta. Exclusões, atos não cobertos e condições variam entre seguradoras e precisam ser analisados cuidadosamente.

Pense nesta situação

Um diretor aprova uma decisão acreditando que está agindo no melhor interesse da organização.

Meses depois, essa decisão é questionada.

Mesmo que posteriormente fique demonstrado que ele agiu corretamente, pode ser necessário contratar advogados e preparar uma defesa.

Portanto, a discussão deixa de ser apenas:

“O executivo estava certo ou errado?”

Passa a incluir outra pergunta:

“Quem arcará com os custos necessários para defendê-lo?”

É aí que uma cobertura corretamente estruturada pode ganhar relevância.


SEGURO DE VIDA SOCIETÁRIO: E SE A EMPRESA PERDER UMA PESSOA ESSENCIAL?

Existe ainda outro risco pouco discutido.

Imagine uma empresa formada por dois sócios.

Um cuida do comercial; o outro domina completamente a operação.

De repente, um deles falece.

Além da perda humana, surgem questões práticas.

Como ficará a continuidade da empresa? E a participação societária? De onde poderá vir a liquidez necessária para executar aquilo que estiver previsto no planejamento societário?

Nesse contexto, seguros de vida estruturados dentro de um planejamento societário ou de pessoas-chave podem ser utilizados como ferramenta de proteção financeira, conforme a estrutura jurídica, beneficiários, apólices e acordos adotados.

No entanto, seguro não substitui contrato social, acordo de sócios ou planejamento sucessório. Por isso, jurídico, contabilidade e especialistas devem trabalhar em conjunto.


2. MUITO ALÉM DO PRÉDIO: O QUE REALMENTE PRECISA SER PROTEGIDO NA EMPRESA?

Quando alguém fala em seguro empresarial, é comum imaginar:

“Se pegar fogo, o seguro paga o prédio.”

Essa visão é limitada.

O patrimônio de uma empresa pode incluir muito mais:

  • máquinas;
  • computadores;
  • equipamentos;
  • estoque;
  • móveis;
  • instalações;
  • mercadorias;
  • vidros e fachadas;
  • determinados bens de terceiros;
  • além de outros ativos previstos na contratação.

Por isso, simplesmente “ter seguro empresarial” não responde à pergunta mais importante.

Os principais riscos da operação estão realmente cobertos?


E se a empresa ficar parada depois do sinistro?

Esse é um dos pontos que merecem atenção especial.

Imagine uma pequena indústria que sofre um incêndio coberto.

As máquinas são danificadas e o espaço precisa passar por reparos.

Entretanto, enquanto a reconstrução acontece:

os salários continuam.

O aluguel continua.

Determinadas despesas fixas continuam.

Porém, o faturamento pode cair.

É nesse tipo de situação que coberturas relacionadas à interrupção de negócios ou lucros cessantes podem ser relevantes, respeitando os eventos, limites, períodos indenitários e demais condições contratadas.

O prejuízo não termina quando o fogo apaga

Esse é um conceito importante para qualquer gestor.

Às vezes, o maior problema financeiro não está somente no equipamento destruído.

Está nos dias, semanas ou meses necessários para recuperar a capacidade operacional.

Consequentemente, uma análise de seguro empresarial deveria considerar não apenas “quanto vale o que temos?”, mas também:

“Quanto custa para a empresa ficar sem funcionar?”


3. SEGURO DE VIDA E SAÚDE: COMO TRANSFORMAR PROTEÇÃO EM BENEFÍCIO QUE RETÉM TALENTOS?

Agora entramos no território em que o RH possui uma visão privilegiada.

Imagine dois candidatos avaliando propostas semelhantes.

Salários próximos.

Cargos equivalentes.

Distância parecida.

Entretanto, uma empresa oferece um pacote estruturado de saúde e proteção familiar, enquanto a outra oferece apenas a remuneração.

Qual proposta transmite maior sensação de segurança?

Naturalmente, benefícios não são o único fator de retenção. Cultura, liderança, desenvolvimento, remuneração e ambiente também contam.

Ainda assim, saúde e proteção financeira são benefícios que podem ser percebidos de maneira muito concreta pelo colaborador e por sua família.


Plano de saúde empresarial: benefício que aparece na vida real

Uma criança fica doente durante a madrugada.

O colaborador precisa de um especialista.

Um exame precisa ser realizado.

São nesses momentos que o benefício deixa de ser uma linha no holerite.

Ele vira experiência.

Por isso, ao avaliar um plano de saúde empresarial, o RH deveria observar não somente mensalidade, mas também:

  • rede credenciada;
  • localização dos prestadores;
  • coparticipação;
  • perfil etário da população;
  • dependentes;
  • regras contratuais;
  • utilização;
  • sustentabilidade do benefício ao longo do tempo.

Além disso, uma boa gestão pode ajudar a empresa a compreender melhor o uso do plano e desenvolver ações de saúde e prevenção.


Seguro de vida coletivo: o benefício que protege também a família

O seguro de vida empresarial possui uma característica diferente.

Talvez o colaborador não pense nele todos os dias. Entretanto, ele representa uma camada de segurança para situações graves.

Conforme a apólice, podem existir coberturas para morte, invalidez e outras garantias adicionais.

Além disso, determinadas categorias profissionais podem possuir exigências específicas estabelecidas em convenções ou acordos coletivos. Portanto, a empresa deve verificar a norma aplicável à sua categoria, em vez de presumir que o seguro de vida seja obrigatório para todos os empregadores.

Essa distinção é importante.

O RH, juntamente com jurídico e corretora, pode verificar a necessidade e estruturar uma proteção coerente com a equipe.


4. O RH NÃO DEVERIA PERGUNTAR “QUAL SEGURO COMPRAR?”, MAS “QUAL RISCO NÃO PODEMOS ASSUMIR?”

Essa mudança de pergunta transforma a discussão.

Em vez de começar pelo catálogo de produtos, a empresa começa pelos acontecimentos que poderiam comprometer sua continuidade.

Por exemplo:

Pergunta do RHPossível proteção a avaliar
E se uma decisão de gestão gerar uma reclamação contra um executivo?D&O
E se perdermos um sócio ou pessoa-chave?Vida / planejamento societário
E se um incêndio atingir a operação?Seguro empresarial
E se ficarmos semanas sem produzir?Lucros cessantes/interrupção
E se precisarmos melhorar retenção?Saúde e benefícios
Como apoiar famílias diante de eventos graves?Seguro de vida coletivo

Essa abordagem é muito mais útil porque começa pelo risco — não pelo produto.


5. COMO O RH PODE PARTICIPAR DA CONTRATAÇÃO SEM ASSUMIR TUDO SOZINHO?

Uma estratégia eficiente pode ser organizada em cinco etapas.

Primeiramente, mapeie as pessoas críticas. Identifique lideranças, funções estratégicas e impactos de afastamentos ou perdas.

Em seguida, converse com operação e financeiro. Descubra quais equipamentos, instalações e processos não podem parar.

Além disso, envolva o jurídico. Responsabilidades de administradores, convenções coletivas e obrigações contratuais precisam ser consideradas.

Depois, analise os benefícios existentes. Entenda o que os colaboradores utilizam e valorizam.

Por fim, leve esse diagnóstico à corretora. A partir daí, torna-se possível comparar alternativas de proteção com muito mais precisão.


6. ONDE O GRUPO SISPEX SEGUROS ENTRA NESSA ESTRATÉGIA?

O papel de uma corretora não deveria começar pela pergunta:

“Qual seguro você quer?”

Uma conversa mais útil começa com:

“O que aconteceria com sua empresa se esse risco se materializasse amanhã?”

No Grupo Sispex Seguros, a proposta é ajudar a conectar os diferentes pontos da proteção corporativa.

Isso pode envolver, conforme as necessidades identificadas:

  • seguro empresarial;
  • D&O;
  • seguro de vida;
  • soluções para pessoas-chave;
  • saúde empresarial;
  • responsabilidade civil;
  • coberturas relacionadas à continuidade operacional;
  • outros riscos específicos da atividade.

Dessa forma, o RH deixa de enxergar seguros e benefícios como contratos independentes e passa a participar de uma estratégia integrada de proteção.


UM BOM RH PROTEGE MAIS DO QUE PESSOAS. AJUDA A PROTEGER A CONTINUIDADE DA EMPRESA

O RH moderno está muito próximo das decisões que determinam a sustentabilidade de uma organização.

Ele conhece as pessoas.

Entende suas necessidades.

Percebe dificuldades de retenção.

Ao mesmo tempo, consegue conectar esses fatores às prioridades da liderança e aos riscos da operação.

Por isso, sua participação na discussão sobre seguros empresariais pode ser extremamente valiosa.

Entretanto, a melhor proteção não nasce de uma única área.

Ela surge quando RH, diretoria, financeiro, jurídico, operação e corretora olham para a mesma empresa sob perspectivas diferentes.

No fim, essa é a verdadeira visão 360º:

proteger quem decide, quem trabalha, o patrimônio que sustenta a operação e a capacidade de continuar funcionando quando algo inesperado acontece.

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